Treinamentos

Como Analisar Financeiramente Novos Projetos de Investimento

R$2.990

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Descrição

Serão disponibilizadas aos participantes todas as planilhas trabalhadas em sala de aula, bem como apostila com todos os aspectos conceituais de uma análise financeira de um projeto de investimento.

 

Público-alvo

  • Profissionais das áreas financeira, comercial, industrial e outras áreas que se envolvam com análise de novos projetos de investimento.

Diferenciais deste treinamento

  • 100% dos exemplos elaborados em planilhas Excel e disponibilizadas aos participantes;
  • Utilização do Método de Monte Carlo para simulações, através de ferramenta específica;
  • Apresentação e utilização das funções do Excel na avaliação de novos projetos: TIR, VPL, XVPL, XTIR, MTIR, Atingir Meta, Cenários, Solver e Tabela de Hipóteses;

Informação adicional

Datas 26 de novembro de 2018 à 27 de novembro de 2018, 21 de fevereiro de 2019 à 22 de fevereiro de 2019, 23 de maio de 2019 à 24 de maio de 2019, 20 de agosto de 2019 à 21 de agosto de 2019, 19 de setembro de 2019 à 20 de setembro de 2019, 28 de novembro de 2019 à 29 de novembro de 2019, 9 de dezembro de 2019 à 10 de dezembro de 2019

Benefícios esperados

Após o treinamento, você estará capacitado a:

  • Elaborar corretamente o fluxo de caixa de um novo investimento.
  • Identificar a taxa de desconto adequada para descontar o fluxo de caixa.
  • Definir o melhor método para analisar um projeto (TIR, MTIR, VPL ou Payback).

Programa completo

Parte 1: Como Avaliar um Novo Projeto de Investimento

Caso Prático 1 – Como Elaborar e Analisar o Fluxo de Caixa de um Novo Investimento

As questões tratadas neste exemplo são as seguintes:

  • Por que analisamos fluxos de caixa e não fluxos de lucro
  • Quais são os critérios utilizados para projetar o ciclo de vida de um investimento (3, 5, 10 anos, etc.). Por que esta definição é importante
  • Fluxos “incrementais” são os que contam: de investimentos, receitas e custos
  • Como projetar os dois tipos de investimento mais importantes:
    • Investimento fixo (com destaque para tratamento da depreciação, valor residual e tributação sobre o lucro ou prejuízo na venda do ativo fixo)
    • Investimento em capital de giro (com destaque para a evolução deste investimento ao longo do ciclo de vida do projeto e sua liberação no final)
  • Quando uma despesa do ponto de vista contábil é tratada como investimento
  • Como projetar as receitas, impostos sobre as receitas, gastos operacionais e IR/CSLL
  • A determinação e a interpretação do fluxo de caixa do projeto (ou fluxo de caixa operacional)
  • Como estimar a taxa de desconto que será utilizada para balizar a análise do fluxo de caixa. Esta taxa de desconto é o custo do capital empregado no projeto
  • Cálculo, interpretação e limitação da TIR (Taxa Interna de Retorno)
  • Cálculo e interpretação de MTIR (Taxa Interna de Retorno Modificada). Porque ela deve ser usada no lugar da TIR
  • Cálculo e interpretação do VPL (Valor Presente Líquido). Porque é considerada a melhor métrica de todas
  • Cálculo e interpretação do Payback
  • O alinhamento entre MTIR /VPL/Payback (TIR não).
  • Por que devemos calcular e analisar as três métricas sempre

Caso Prático 2 – Como Estimar o Custo do Capital

As questões tratadas são as seguintes:

  • O que significam as expressões: capital de terceiros, capital do acionista e capital
  • Como calcular o CMPC (Custo Médio Ponderado do Capital). Um exemplo
  • Para que serve o CMPC
  • Cálculo do custo do capital de terceiros (o impacto fiscal nas empresas sobre o regime de lucro real)
  • Cálculo do custo do capital do acionista: teoria do CAPM (Capital Asset Pricing Model)
  • Como calcular cada componente da fórmula do CAPM: taxa de juros livre de risco; retorno do mercado; prêmio pelo risco de mercado; beta; inflação e prêmio pelo risco Brasil
  • Betas puros e alavancados. Qual a diferença? Como alavancar e desalavancar betas?
  • Custo de capital na prática x Custo de capital do acionista pelo CAPM
  • Limitações do CAPM

Caso Prático 3 – Como Decidir sobre a Periodicidade das Projeções

Em uma planilha o participante calculará a TIR, a MTIR e o VPL de um ”mesmo fluxo” apresentado em periodicidades diferentes (1 ano = 2 semestres = 4 trimestres = 12 meses). As questões tratadas são as seguintes:

  • O que faz os resultados serem diferentes?
  • Qual a periodicidade ideal a ser adotada na projeção do fluxo de caixa
  • Quando combinar periodicidades diferentes

Caso Prático 4 – Como Analisar Projetos Excludentes (com vidas úteis iguais)

As questões tratadas são as seguintes:

  • O que são projetos excludentes (ou faz um ou faz outro)
  • Um projeto tem TIR superior ao outro, entretanto esse outro tem um VPL superior ao primeiro. Como decidir qual é o melhor projeto e a justificativa para tal decisão
  • Conclusão: Qual a métrica a ser utilizada na análise de projetos excludentes. TIR ou VPL?
  • E porque não o Payback?

Caso Prático 5 – Como Analisar Projetos Excludentes: A Decisão entre Comprar ou Alugar

O participante terá em uma planilha informações do fluxo de caixa de dois projetos excludentes: comprar ou alugar um ativo? O participante calculará o VPL dos dois projetos. Os dois projetos estão “empatados”, ou seja, os resultados do VPL são equivalentes (ou seja, tanto faz comprar como alugar). As questões tratadas são as seguintes:

  • Como “desempatar” fazendo simulações sobre a tendência do custo do capital
  • Como “desempatar” mudando o intervalo de período dos fluxos de caixa

Caso Prático 6 – Como Analisar Projetos Excludentes (com vidas úteis desiguais)

As questões tratadas são as seguintes:

  • Analisando o VPL, qual dos dois projetos é o melhor?
  • Existe a possibilidade de re-investimento nos projetos nas mesmas bases? Se a resposta for “sim”, neste caso qual dos dois projetos é o melhor? Como responder a esta pergunta usando a função do Excel PGTO?
  • E se não houver possibilidade de re-investimento, qual dos dois projetos é o melhor?

Caso Prático 7 – Como Analisar um Projeto com Compensação de Prejuízo Fiscal Acumulado

O participante terá em uma planilha informações sobre um projeto com prejuízo fiscal acumulado no primeiro ano de operação. As questões tratadas neste exemplo são as seguintes:

  • Como ajustar o fluxo de caixa do projeto em função da compensação do prejuízo fiscal
  • Cálculo e interpretação das métricas TIR. MTIR e VPL

Caso Prático 8 – Como Tratar os Efeitos Colaterais em uma Estimativa do Fluxo de Caixa

O participante terá em uma planilha informações sobre um determinado projeto. O participante calculará a TIR, MTIR e o VPL desse projeto. O projeto é rejeitado pelas três métricas. Todavia, devem ser considerados os efeitos colaterais na elaboração do fluxo de caixa do projeto. As questões tratadas são as seguintes:

  • O que são efeitos colaterais, sinergias ou externalidades. Exemplo
  • Efeitos colaterais nas receitas, nos gastos variáveis, nos gastos fixos e no custo de capital
  • Como fica o nosso exemplo considerando os efeitos colaterais na projeção dos custos variáveis? O projeto continua sendo rejeitado?

Caso Prático 9 – Como Selecionar Projetos quando existe Restrição de Capital

O participante terá em uma planilha informações sobre um determinado número de projetos já com seus respectivos VPL’s calculados. Todos os projetos são independentes e tem VPL positivo. Portanto, todos eles deveriam ser aprovados. Mas não há capital suficiente para suportar o investimento em todos os projetos. O participante deverá selecionar alguns projetos dentro de uma restrição de capital dada. As questões tratadas são as seguintes:

  • Como selecionar os melhores projetos quando há restrição de capital?
  • Qual a métrica a ser utilizada?
  • Como utilizar a ferramenta Solver do Excel para resolver este problema

Caso Prático 10 – Como Analisar o Fluxo de Caixa Incremental

As questões tratadas são as seguintes:

  • Como identificar o fluxo incremental do projeto. As “pegadinhas” mais comuns
  • Cuidado para não fazer rateios
  • O que é um “investimento afundado” (sunk costs). Parece que é investimento de um projeto, mas não é
  • Como tratar o custo de oportunidade (abrir mão de algo)

Caso Prático 11 – Quando Considerar e não Considerar o Rateio de Custos na Avaliação de um Novo Projeto

As questões tratadas são as seguintes:

  • Quando devemos desconsiderar o rateio de custos fixos na avaliação de um novo projeto
  • Quando devemos considerar o rareio de custos fixos na avaliação de um novo projeto. Como estimá-lo

Caso Prático 12 – Como Considerar o Custo de Utilização da Capacidade Ociosa em um Novo Projeto

As questões tratadas são as seguintes:

  • O novo projeto utilizará capacidade ociosa existente. Recursos de máquinas e instalações já foram incorridos. Não há custos incrementais referentes a novos investimentos em máquinas e instalações “no curto prazo”. O que fazer? Considerar ou não o custo de utilização da capacidade ociosa na análise de um novo investimento? Fundamento do problema e como calcular o custo de utilizar capacidade ociosa e considerá-lo na análise de um novo projeto

Caso Prático 13 – O Uso das Funções do Excel XTIR e XVPL

O participante terá em uma planilha informações sobre o fluxo de caixa de um projeto elaborado em períodos de tempo não uniforme. O primeiro ano em bases trimestrais, o segundo ano em bases semestrais e do terceiro ano em diante em bases anuais. Com base nestas informações serão tratadas as seguintes questões:

  • Como calcular a TIR desse fluxo (uso da função XTIR)
  • Como calcular a VPL desse fluxo (uso da função XVPL)
  • E a XMTIR?

Caso Prático 14 – Como Tratar a Inflação nas Métricas de Avaliação de Projeto

O participante terá em uma planilha informações sobre o fluxo de caixa de um projeto em moeda constante. Com base nestas informações serão tratadas as seguintes questões:

  • Como tratar a inflação na estimativa do fluxo de caixa: projeções em moeda constante e moeda corrente
  • O cálculo das métricas TIR e VPL com base em um fluxo de caixa em moeda constante e corrente
  • A inflação pode alterar a decisão sobre a viabilidade do investimento?
  • Conclusão: vale à pena projetar inflação no fluxo de caixa?

Caso Prático 15 – Como Fazer o Acompanhamento Financeiro do Projeto (orçado x realizado)

O participante terá em uma planilha informações sobre o fluxo de caixa de um projeto. Será demonstrada a forma de se acompanhar financeiramente o projeto até o seu encerramento. Com base nestas informações serão tratadas as seguintes questões:

  • Os dois motivos para se fazer um pós-audit
  • Como fazer o acompanhamento financeiro do projeto após sua implantação (em ambiente de inflação): Orçado versus Real

Parte 2: Como Gerenciar os Riscos Envolvidos em um Novo Investimento

Nesta parte do treinamento será feita uma apresentação sobre como devemos analisar os riscos envolvidos em um novo projeto de investimento.

Caso prático 16 – Como Fazer uma Análise de Sensibilidade e Análise de Cenários

O participante terá em uma planilha informações sobre um projeto de fornecimento de produto ao cliente, por um preço especificado pelo cliente (trata-se de uma oferta). Será calculado o fluxo de caixa do projeto e verificado que o projeto deve ser rejeitado. Com base nestas informações serão tratadas as seguintes questões:

  • Como fazer uma análise se sensibilidade utilizando a função Atingir Meta. Alterando uma variável por vez
  • Como fazer uma análise de cenários utilizando a função Tabela. Alterando duas ou mais variáveis por vez
  • Como qualificar o risco envolvido
  •  

Caso Prático 17 – Como Fazer uma Análise de Risco através da Técnica de Simulação de Monte Carlo

O participante terá em uma planilha informações sobre um projeto de investimento referente ao lançamento de um novo produto. O VPL estimado é positivo. A TIR estimada é maior que o custo de capital. Todavia, existem premissas relevantes com um grau de incerteza elevado. Como tratar a questão da incerteza, já que o VPL não tem 100% de probabilidade de acontecer?

  • Como definir as variáveis mais relevantes (sujeitas a maiores incertezas)
  • Como atribuir probabilidade às premissas de cada variável relevante definida (parâmetros estatísticos)
  • Quais as variáveis de saídas (previsões) desejadas: TIR? VPL?
  • O que é uma simulação
  • Como rodar as simulações pelo método de Monte Carlo
  • Resultado esperado das simulações pelo método de Monte Carlo: Qual a probabilidade do VPL ser maior do que zero? Qual a probabilidade da TIR ser superior ao custo do capital?
  • Caso Prático completo utilizando um aplicativo desenvolvido e disponibilizado pela Cavalcante

Instrutor

Paulo Dragaud Zeppelini

  • Diretor e Consultor da Cavalcante & Consultores, responsável pela coordenação de todas as unidades de negócio
  • Consultor financeiro especialista nas seguintes áreas:
    • Análise Econômica e Financeira de Empresas
    • Análise de novos projetos de investimento
    • Valorização de empresas para compra e venda de participações
    • Gerenciamento baseado em valor (EVA-MVA)
    • Orçamento e formação de preços
  • Executivo com mais de 20 anos de experiência e carreira desenvolvida em instituições financeiras do segmento de mercado de capitais e de crédito
  • Administrador de Empresas com MBA em finanças pelo IBMEC
  • Mestre em controladoria e contabilidade estratégica pela FECAP

Data e local

9 e 10 de dezembro de 2019, das 8:30 as 17:30 (carga horária de 16 horas)
Av. Paulista 2.006, 16° andar. Bela Vista – São Paulo, SP
 
Valor do investimento: R$ 2.990
 
A inscrição inclui: estacionamento, almoço, coffee breaks, material de apoio, um computador por participante e certificado.
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